Depois do assalto de mais de 5 milhões de meticais: IURD continua no silêncio


 O crime ocorreu por volta das 7h00  desta segunda-feira, na Avenida Mohamed Siad Barre, em frente à Escola Secundária Francisco Manyanga, na Cidade de Maputo.


Tudo aconteceu quando uma viatura de marca Mahindra, pertencente à Igreja Universal do Reino de Deus  saia do “Cenáculo” e dirigia-se em direccão à baixa da Cidade de Maputo. Nesse trajecto, a viatura foi interceptada por malfeitores que já se encontravam posicionados numa lomba, na via.


Os criminosos levaram consigo seis milhões de Meticais, segundo avançou a PRM. Entretanto, testemunhas contaram ao “O País” que o acto provocou pânico, medo e agitação aos demais.


“Eu dirigia-me ao serviço e, de repente, vi um carro de marca Fortuner estacionado aqui e, quando o Mahindra se aproximou da lomba, foi bloqueado por quatro indivíduos que traziam armas de fogo. Do Mahindra, tiraram umas malas, suponho que seja dinheiro da Igreja Universal, porque a viatura saía do Cenáculo”, contou Aldimiro Dambo.


Uma outra testemunha que não quis revelar a sua identidade disse que a acção dos malfeitores foi rápida que, no momento, chegou mesmo a confundir-se com cenas de cinema.


“Parecia aquilo que acontece nos filmes, dada a rapidez com que eles executaram o crime. Foi tudo rápido. Depois de levarem o dinheiro, saíram em direcção ao Cenáculo da Avenida 24 de Julho.”


Um vídeo amador posto a circular nas redes sociais e outras plataformas mostra o momento em que a viatura ligeira de marca Toyota, modelo Fortuner, bloqueia o “Mahindra” e, de seguida, o carro em que seguiam os supostos criminosos sai em alta velocidade.


“A viatura de marca Toyota Fortuner  forçou os ocupantes do “Mahindra” a  abrirem a porta e, uma vez que tal não foi acatado, os meliantes quebraram o vidro e, empunhado armas de fogo, conseguiram persuadir as vítimas para entregarem a mala com cerca de seis milhões de Meticais. Esta viatura pertence à Igreja Universal e os ocupantes do carro são pastores. Estes fizeram a participação com estes títulos. Estamos a fazer o seguimento para trazer o esclarecimento”, disse Leonel Muchina, porta-voz da PRM no Comando da Cidade de Maputo.


O “O País” contactou  a liderança da Igreja Universal em Moçambique, mas, até ao encerramento desta edição, não se pronunciou sobre o caso. (O País)

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